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PROJETO
RESGATE DA HISTÓRIA DE
ESTÂNCIA JARDIM DE SERGIPE
DEL REI
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Por: Francisco de Assis O. da Cruz
DEUS PRESENTE
Não é uma página
religiosa, limitamos aqui a relatar um pouco da história do
império até os nossos dias, o título creio que seja
bem sugestivo, "Deus Presente" que poderia ser Jaffe, Javé,
Jeová, Aláh, Baruk Adonai Elaim, Abba, God, Dios, O Criador,
Dominus, o Senhor, Lord, eu em particular o chamo de "Meu Chefe".
Mas sempre em todo o Globo a influencia da religião seja ela qual
for profetizada ou não sempre influenciou nas subidas e descidas
das nações, na ingenuidade humana de conquista, matando seu
semelhante ou o tornando pobre ou rico. É bem verdade
que manipular uma massa cinzenta abaixo do pia mater e do dura mater, depende
do ser mais dotado de inteligência para exemplificar ao ser
menos provido das ditas verdades debaixo deste sol que nasce para todos
desde o início dos tempos.
Também não foi por
menos que o Brasil não foi influenciado desde o descobrimento até
agora, tanto que foi selado pela celebração de um ato ecumênico
a primeira missa do Brasil.
E foi mais ou menos assim...
Em 1553 os padres jesuítas chegaram ao Brasil, com o propósito
único de catequizar e ajudar a expandir a igreja em nosso
pais, como também ensinar os filhos dos fidalgos e fazendeiros com
escolas aqui fundadas estendendo seus ensinamentos aos silvícolas.
Ora
naquela época alguns países da Europa já vinha combatendo
a escravidão, aqui no Brasil os primeiros fidalgos portugueses
e espanhóis que se instalaram em nossas terras também
necessitava de mão de obra, e a saída era uma só,
a escravidão Indígena de modo a inserir o índio no
processo de colonização. Os portugueses recorreram a três
métodos: o primeiro consistia na escravização
pura e simples, na base da força, empregada normalmente pelos colonos.
O segundo, criava um campesinato indígena por meio da aculturação
e destribalização, praticadas primeiramente pelos jesuítas,
e depois pelas demais ordens religiosas. O terceiro buscava a integração
gradual do índio como trabalhador assalariado, medida adotada tanto
por leigos como pelos religiosos. Durante todo o século XVI e início
do XVII os portugueses aplicaram simultaneamente esses métodos.
Naquele momento consideravam a mão-de-obra indígena indispensável
aos negócios açucareiros.
Em 1570, Portugal criou uma legislação para proibir
a escravização indígena, o qual deixou suficientes
brechas na lei para não extingui-la de vez, o que afetaria a produção
açucareira e, conseqüentemente, reduziria seus lucros.
Neste época a Igreja interferia muito no estado e quem predominava
aqui eram os jesuítas que estavam catequizando os índios
e pressionou a Coroa Portuguesa a inserir folga semanais para os índios,
estava nascendo assim a primeira opção trabalhista. Em 1573
a 1575 foi construída uma das primeiras edificações
em Sergipe Del Rei na Vila de Santa Luzia do Rio Real, muito antes do Capitão
Cristóvão de Barros fundar São Cristóvão.(1590)
(?) Observem a História a respeito da invasão holandesa,
tirem a conclusão qual a localidade de Sergipe mais antiga?...
Em 1713 Um dos fatores também que influenciou a transferência
da sede da Vila de Santa Luzia do Itanhy do Rio Real, para o povoado
de Estância pois lá isto é aqui já tínhamos
uma igreja e onde também a maioria das autoridades daquela época
residiam, pois os ares por ser uma cidade que fica a uma certa
altura em relação ao nível do mar proporcionava melhoria
já que estava prosperando. Registramos aqui o fato de mencionar
igreja, embora que a data da Igreja de Santa Luzia seja a mais velha de
Sergipe, marcava aí uma nova era para Estância ainda
no império.

IGREJA MATRIZ N. Sa. de GUADALUPE
Desenho que fiz quando tinha ainda
mais ou menos oito anos onde registrei o que vi e o tempo vai apagando
da nossa História sua verdadeira História. Havia nas laterais
perto da mesa de comunhão, dois altares um do lado direito
onde
ficavam as filhas de Maria,
e o outro do lado esquerdo onde ficavam as Irmãs de Adoração
ao Coração de Jesus. Destas lembranças principalmente
da nossa antiga Igreja Matriz, hoje Catedral, ficaram gravadas com minha
amiga de infância, Irma que hoje gerencia uma loja de telefonia móvel,
no centro da cidade.

E finalmente a Igreja Matriz de N.Sa., de Guadalupe estava pronta. restava
agora a colocação do Relógio da Matriz, e foi realizado
em 1902 . Tratasse de um carrilhão com três pesos enormes,
um painel e podia colocar até dois mostradores, o seus sinos batem
quarto de hora, meia e hora. O autor aqui, teve o prazer de ajudar a dar
corda no Relógio demonstrando na sua plena juventude que era forte,
pois apostamos quem dava corda sem descansar e lá fomos nós,
Eu José Silveira Oliveira (Camões) filho de D.Zeni irmão
de Narbal e Antônio Hugo Oliveira Daniel, filho do Sr. Daniel do
Correio. Cada um tinha que erguer um peso até em cima. Tudo isto
supervisionado pelo descansado Jacó Sacristão que neste dia
se livrou da tarefa. Para quem conheceu a nave anterior da igreja vê
arte antiga totalmente destruída pela falta de informação
e conservação "pintura" os Afrescos de Gotti na abobada acima
do Altar mor, as pinturas laterais do Lado Direito havia a figura em afresco
do Jesuíta escrevendo os versos a Virgem Maria e do lado esquerdo
a Primeira Missa do Brasil , isto sem contar com a destruição
dos altares laterais esculpidos em madeira, e pintados de ouro, em um total
de seis, sendo quatro nas laterais da nave, e mais dois perto da mesa de
comunhão . Hoje não se conta mais a história, pois
a memória foi destruída.
Dom Domingos Quirino
de Souza
Estância também já
teve um filho como bispo, D.Quirino de Sousa que foi Bispo de Goiás
1815 - 1863. E que vez ou outra enviava mensagens para seus conterrâneos
e para a cidade de Estância sempre lembrada em suas orações.
Isto é a prova de amor por uma cidade.
" Carta pastoral [Monografia] / de
D. Domingos Quirino de Souza, bispo de Goyaz ... seus amados diocesanos
dirigida da cidade da Estância da província de Sergipe, exhortando-os
confiadamente adorarem a Omnipotencia de Deos em sua Providencia, a segurarem
a sua salvação por meio de b. Bahia : : Typ. de Camillo de
Lellis Massen & C, , 1862. .22 p. : 20 cm Enc. em veludo Ex-libris
Col. T.C. Maria TCM" Divisão de Obras Raras - (, 70, 3, 62, Disponível)
[76864] Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro
Minha mãe conheceu o
Monsenhor
Vitorino ainda menina e o Monsenhor Antônio de Freitas,
que foram párocos. O último pároco que Estância
teve antes de ser Diocese, foi o Padre Santiago, depois Monsenhor.
Antigo altar mor onde tinha dois
anjos segurando cada um um candelabro que antes da energia elétrica,
eram suportes de velas, onde Jacó "Sacristão" acendia
com uma vara onde tinha um cone com o vértice voltado para
cima e na parte superior havia um pavio onde o mesmo acendia para levar
até as velas.
no centro o Sacrário
acima a imagem de Jesus acima presa na abobada da cúpula a imagem
de cerca de um metro e setenta de N.S. de Guadalupe. Acima uma inscrição
em latim e o afresco do artista italiano Gotti. (Pesquisei mas não
encontrei nada sobre o Gotti que pintou na Igreja Matriz). Em cima do lado
direito era espécie de camarote reservada as famílias, lembro-me
da Família do Dr. Jessé Fontes e de D. Neném.
O detalhe que me deixou deveras lamentando, a ignorância sobre a
memória de um povo, nossas raízes, aquele fez algo
por nossa Estância, porém sem destruir o já feito.
Imagine em Paris, destruir um Louvre, para construir o novo, mas
não foi isto que aconteceu, fizeram um novo lado, provam que
são pessoas sensatas, e não vamos muito longe, as igrejas
de São Cristóvão e a de S. Francisco em Salvador-BA.,
mas aqui a coisa foi deveras lastimável, daqueles que tem
o poder na mão e que em um gesto caridade, continuou a destruição
de nossa antiga igreja matriz, atual catedral. Observem na foto uma parte
escura no centro do piso. Haviam tres sepulturas com inscrições
em latim que hora não me recordo e nas minhas anotações
não traduzi, pois a anotação foi em um pedaço
de papel, que o irmão Sr.José de Clara me deu na igreja,
pois na ocasião eu fazia parte junto com meu pai da Irmandade do
Santíssimo Sacramento, justamente antes do Dr. Jessé Fontes
sofrer intervenção cirúrgica na perna.
Não
temos um acervo rico em fotos, scaneamos e tentamos tratar a imagem mas
sem muito sucesso, retirada do "santinho lembrança" da morte
do Monsenhor Vitorino, que foi pároco de Estância, e onde
jazia em paz, perto do altar mor, onde quando fazia parte ativa dos irmãos
do Santíssimo Sacramento, junto com meu pai, Sr. José Leite,
Sr. Francisco Leite, Sr.Zuza, Dr. Jessé Fontes, Prof.Carlos, Sr.
José de Clara, em finais da década de 50 inicio de 60 sempre
via seu sepulcro, e perguntava a meu pai que nomes eram aqueles escrito
no bronze. Hoje entretanto após anos e anos, vi de perto, ao entrar
na Catedral, sua beleza anterior não existe mais, seus afrescos
pintados por Gotti também confesso que não deu nem vontade
de fotografar para colocar neste portal, e ao olhar para o piso, estranhei
!!! onde estão os sepulcros perto do Altar Mor e que tinha
no meio da nave principal ? Que falta de respeito a cidade de Estância,
Que falta de respeito a nossa História, que falta de respeito também
a familiares do Monsenhor Vitorino. Que vergonha!
Monsenhor Antonio de Freitas
depois foi para o estado de Minas Gerais. Parte da família do Monsenhor
Antonio de Freitas, ainda reside na cidade de Estância. Não
o conheci mas foi muito amigo da família de Pedro Advíncula
da Cruz.
Monsenhor Antonio de Freitas ainda
tem parte de sua família residindo em Estância.
De Padre a Monsenhor José
Paes de Santiago.
Oriundo da cidade de Maruim, de família tradicional este era o Monsenhor
José Paes de Santiago. Tinha uma irmã Maria, que vez
ou outra vinha a Estância junto com seus pais. Quem naquela época
não o conhecia montado em sua bicicleta Merck Swiss de pneus finos
aro 36 e detalhe de motor a fazer barulho por onde passava. Pois na ocasião
tinha poucos "Motos" em Estância "Java e Monarck "eram as mais famosas
na época lembro-me que uma era do Senhor Leobaldo relojoeiro. Mas
o Cônego não ficava para traz pegava sua batina arregaçava
e lá se ia ora para a Estancinha, ora para o Porto, outra vez para
a Capela Santa Cruz, depois para a Capela do Bairro Botequim até
o Bonfim. Era uma tarefa árdua isto sem falar em celebrar missa
em Santa Luzia e praia do Crasto, onde ia no Jipe da Diocese, tudo
isto sozinho, vez ou outra aparecia um padre para socorre-lo da grande
jornada.

Em 1958 para 1959 era papa João XXIII, e foi nomeado
o primeiro Bispo de Estância não passou muitos dias, meu chara
Dom Francisco aliás nem veio sendo depois substituído
por. D. José Bezerra Coutinho. Nesta ocasião estava cometido
de uma severa bronquite convalescendo no hospital Amparo de Maria, sob
os cuidados do Dr. Pedro Soares. Com a chegada de Dom Coutinho, vieram
para cá os Padres Silveira, Almeida, e Padre Alfeu o mais novo na
época este último vindo da cidade de Lagarto.
A
reforma na Catedral iniciou-se no final da gestão do Monsenhor José
Paes de Santiago, quando foi contratado o mestre de Obras o senhor Bedoia,
após uma "Lapso"de um engenheiro, com a retirada da parede que separava
a antiga sacristia, pelo lado esquerdo da catedral perto do altar mor.
Nesta antiga parede havia um mosaico onde tinha a gravura da primeira
missa rezada no Brasil. em forma de azulejo. (era feito em cima de caliça)
arte antiga muito empregada ainda no oriente. Antigamente nesta parte da
frente ficavam os membros da Irmandade do Santíssimo Sacramento
com suas capas vermelhas e Lanternas com as velas acesas. Era o local dos
homens.
Do lado direito ficava a figura do padre Anchieta em pé escrevendo
na areia da praia os versos para Virgem Maria. em forma de azulejo. (era
feito em cima de caliça) arte antiga muito empregada ainda no oriente.
Aliás o Afresco é feito desta maneira, pergunte a Leonardo
Da Vince, a Gotti e tanto outros, através da história.
Estas paredes eram feitas de pedaços de rochas (pedras) e sua espessura
devia ter um metro e dez ou um metro e 20 centímetros.
Esta
foto mostra claramente a antiga parede da catedral do lado direito, do
Padre Santiago onde havia um mosaico da primeira missa no Brasil , antes
da reforma. A cena se passa da primeira comunhão celebrada
pelo Padre Santiago com seu ajudante Gilson, o Cosme nesta cena não
aparece nem o Jacó. Os dois garotos ajoelhados um é
Alberto amigo de infância
e ex colega do pré primário do Colégio Sagrado Coração
de Jesus, Alberto hoje Gerencia uma bela pousada na Praia do Saco.
No centro da nave ficavam assim divididos: Perto da grande mesa de
comunhão que era feita de madeira de lei, provavelmente mogno, ficavam
a esquerda as filhas de Maria, logo atrás a Irmandade de Oração
do Sagrado Coração de Jesus, com suas vestes pretas fitas
vermelhas onde no final ficava uma medalha do Coração de
Jesus. Do lado Direito ficavam as devotas de Nossa Senhora das Dores logo
atrás as Irmãs da Ordem Terceira de São Francisco.
Logo atrás, após os alteres do Santíssimo Sacramento
e nossa Senhora das Dores, ficava a comunidade.
A antiga Matriz, hoje Catedral era linda com pinturas de
Gatti, acima
do Altar Mor,
a esquerda ficava o Filho e a direita o Pai logo abaixo da abobada
há uma inscrição em latim
BEATAM ME DICENT OMNES
GENERATIONES
Que graças ao Altíssimo
ou foi esquecido pelos reformadores, ou quiseram deixar como lembrança
do século XVIII
Paralelo a mesa de comunhão que separava a parte dos homens
e das mulheres, haviam dois altares esculpidos na madeira, com folheamento
a ouro, como na igreja de S. Francisco de Assis em Salvador. Mais antigamente,
segundo as pessoas mais antigas, havia um púlpito com escada em
caracol, onde os padres que celebravam em algum altar perto, fazia sua
homilia. Nas laterais haviam seis altares sendo tres de um lado e tres
do outro, sem falar na Pia Bastimal. Acima da pia Batismal ficava o pessoal
do Coro da Igreja. Sobressaísse a soprano Maria. Depois por motivo
de segurança foi obrigado a descer e ficar na parte lateral perto
do Altar do Santíssimo Sacramento.

Atualmente
não se vê mais os anjos com candelabros que tinha no altar
Mor os antigos castiçais dourados e prateados que existiam. Inclusive
trocaram muitas imagens dos locais onde eram antigamente.
Dom
José Bezerra Coutinho, de Sobral para Estância em 1960
aqui chegava trazendo contigo os Padres: Joaquim Antunes de Almeida, Silveira
e se não meus papiros estão certos mais um padre depois é
que chegou aqui o Padre Alfeu, e Padre Lourenço.
Irreverente,
atual, muitos o chamaram de consertador de freguesias, imitando o filme
de Mário Moreno, Cantinflas, mas sempre voltado na defesa dos mais
fracos com suas idéias vindas de uma rapaz trabalhador, conhecedor
das necessidades do homem com a terra onde nasceu e viveu sua juventude
no Ceará assim é o Padre Antunes de Almeida (Padre Almeida),
como é mais conhecido. Em Estância se identificou com a juventude
que oprimida vivia seus dias sem poder expandir suas idéias e seus
ideais isto porque a censura era imperativa, mas mesmo assim ajudou no
jornal O SIM SIM fundou a URJE, da qual fiz parte. União Redentora
da Juventude Estanciana. Fundou em Estância o Movimento Familiar
Cristão com reuniões semanais e retiros espirituais enfim
um Soldado de Cristo. Além disto e ai está de vento em popa
a Associação Rural de Estância, na Rua Senador Pompeu,
isto é rua do Pompeu no inicio do Bairro Porto D´Areia.
Padre Silveira -
(Faltam dados) Chegou com Dom Coutinho onde atuava também na Catedral
Diocesana e Igreja do Rosário.
Padre
Alfeu - Oriundo da cidade de Lagarto,
foi ordenado na Diocese de Estância, ainda muito jovem também
se identificou com a juventude na época, e onde liderou pois todos
o procuravam. Amigo e conselheiro também.
Padre
Lowrence "Padre Lourenço" oriundo do Reino Unido, deve ter passado
por outros paises e aqui chegou trazido por Dom Coutinho. Como todos
os padres mais recentes isto é da minha época, sempre
trocava idéias com Sir.Lowrence, assim o chamava e ele contava
o que passou ainda rapaz em Londres durante a segunda grande Guerra. Relatou
que era noivo e gostava de ajudar aos padres a celebrar missa, quando
uma bomba caiu na igreja matando alguns fieis e dentre os mortos a moça
da qual gostava, e que história! e continuou... prometeu que não
iria casar e se dedicar a Santa Madre Igreja e assim o fez. Tanto
que não gostava de sinos em suas missas nem foguetes, ficava irritadíssimo.
Trouxe para Estância o curso Yásigy de inglês que não
durou muito tempo. Quando trabalhava na Rádio Esperança fui
também transmitir a santa missa da Capela da Santa Cruz, aos domingos
pela manhã.
De lá para cá tivemos
diversos sacerdotes, mas quase nenhum que passasse tanto tempo como o Monsenhor
Santiago.
Padre Dulcénio que
há alguns pares de anos era pároco da Catedral Diocesana
N.S. de Guadalupe, nos deixa temporariamente para continuar servindo a
obra de N.S. Jesus Cristo agora como Bispo Auxiliar. Parabéns
Padre Dulcénio aliás Bispo Auxiliar Dulcénio
da Arquidiocese de Aracaju -SE. Conversávamos sempre que ele
podia, pois vez ou outra quando ligava estava na Chácara João
XXIII ou na Paraíba, ou em outro lugar fazendo curso. Aí
então comecei a chamá-lo de Bispo Dulcénio, e ele
sempre dizia não então eu falei para ele que desobedecendo
as ordens do altíssimo, como fez Saul, consultei a pitonisa e ela
falou que o senhor será nomeado bispo, ele ria, entretanto certo
dia quando telefonei para o mesmo, e o cumprimentei como Bispo Dulcénio,
ele disse você já sabe? não sempre falei que
seria nomeado bispo, ele riu e continuou é aconteceu. E eu como
um grande pecador o abençoei. Fica aqui registrado a amizade com
o Bispo Dulcénio.
Padre Nivaldo : Nordestino, e com destino voltado para o altíssimo
Padre Nivaldo atualmente é o nosso pároco. Carrega esta cruz
de esperança para todos os filhos de Deus. Na foto eu ao lado do
Padre Nivaldo e ao fundo estampa de N. Sa. de Guadalupe padroeira de nossa
Terra. Padre Nivaldo sempre alegre, acolhedor nunca faltou com sua atenção
para os filhos de Estância, mesmo quando telefono ele está
sempre disposto a ouvir, sempre alegre e resoluto.
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