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PROJETO RESGATE DA HISTÓRIA DE
ESTÂNCIA
JARDIM DE SERGIPE DEL REI
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Por: Francisco de Assis O.
da Cruz
HISTÓRIA CULTURAL
FATOS & PERSONALIDADES
SINOPSE Herdeiros
de várias etnias, culturas o gentílico estanciano sempre foi criativo, em
todos os pontos. Crenças danças dos nossos nativos, ao longo do tempo se
misturou com costumes franceses, portugueses, negros e espanhóis tínhamos que
improvisar talvez um dicionário para compilar tantos conhecimentos. As festas
folclóricas destes povos também enriqueceu nosso acervo. È uma grande
pena que muitos que aqui estão presumem ser descendentes desta ou daquela
estirpe, onde muito remota trata de se tentar buscar a verdadeira origem. O
registro dos imigrantes portugueses que para cá chegaram somente foi anotado
muito tempo depois, não só para aqueles de outras nações. Os registros mais freqüentes
encontra-se registrado na Torre de Tombos, ou seja Arquivo Nacional
de Portugal, e na Biblioteca Nacional de Lisboa, e Brasil. Os poucos
livros de Sesmaria existentes, fica difícil procurar as doações devido ao
uso do português vulgar, e a caligrafia um tanto quanto trabalhosa para
tradução, o uso contínuo também do latim muitas vezes com frases
completas, para o nosso pobre conhecimento nos deixa constrangido. Muitas destas
informações são pagas em Euros e Reais para se conseguir. Mas o porque de
tudo isto, sem sabermos a raiz como tentar um comentário sobre nosso povo que
aqui reside? A participação da Cidade de Estância na História
Cultural do Estado de Sergipe, já foi muito marcante. A Poesia já foi alvo de interpretações com ou sem fundo
musical que em tempos idos, predominava o piano, ou mesmo um quarteto de metal ou corda. Saber recitar ou mesmo escrever poesias,
era um dote de poucos, tanto que as lembranças são meramente vagas. A predominância
entretanto
era a música as pautas adquiridas de alguns compositores brasileiros e estrangeiros, era disputada para os mais
refinados e requintadas festas. A Elite envolta aos contos e reis com luxúria, como seda da
Índia, tapetes Persas, Louças Inglesas e tecidos provenientes da Ilha da Madeira, não deixava as antigas bordadeiras
pararem nos traçados dos entre meios, recheios, rococós, ponto de cruz. Sua Culinária
era o mais delicioso Gourmet da época, imaginem, saber ler ou escrever em Latim, Francês ou mesmo Inglês era o máximo,
quem soubesse dominava, principalmente a comunicação com alguns gringos que cruzavam nossas terras
e porque não citar as donzelas da época. Reuniões em bate papo sentado às portas até altas
horas, era registrado muito naquela época sob a luz opaca dos lampiões a querosene e a carbureto.
Quando alguém viajava a Côrte em Salvador e, ou depois quando
passou a ser no Rio de Janeiro as novidades tinha que ser contada e isto as vezes varava toda noite. No outro dia
os feitos eram passado de boca em boca.
Quando a República chegou, e com ela as ramificações
dos partidos políticos oriundos ainda do Império criava uma "rol" diferente de idéias e ideais. Os remanescentes Barões
do Cacau, do Café os novos donos das pequenas Moendas e Grandes Engenhos, no antigo
recôncavo Baiano, agora
Sergipe como Priapú, Cedro, Castelo, misturados aos pequenos e grandes criadores de Gados os Currais
agora já não era mais como antigamente, o comércio local já começava a crescer,
e não durou muito para aparecer mais e mais comboios de Burros carregados com peças de linho, seda, gabardine, cambraia
bordados, chapéus Palhinha e Panamá. Com isto vieram os árabes com suas frases famosas, "Jura bra Deus
gumbadre" "Mulhé bonita num baga mas tamvem num leva". Os vendedores de fazenda com o metro cortado ao meio
unidos por uma dobradiça "bisagra" com exposição nos lombos dos burros povoavam as ruas
naquela época batendo com a metade do metro imitava a matraca, significava que o vendedor de tecidos estava de
passagem naquela rua .
Primeiros as Cachopas, * (Raparigas), Donzelas, Cabrochas, Sinhás,
Senhoras, Senhoritas, hoje as moças belas e ricas do local o qual não impedia que um garota da periferia
se vestisse de chita ou Cetins e roubassem os corações também cobiçados pelas mais poderosas.
Os rapazes que podiam também vestiám-se muito bem com seus ternos de gabardine, linho, e na cabeça seu
chapéu de palhinha
e Panamá pudesse ver normalmente.
Bengalas a parte onde também fez parte do vestuário nos
primeiros anos de existência de Estância. Mas a moral estava em alta na época e misturar-se porque?
pensavam
as senhoritas..
Com a chegada das Barcaças com novidades das novas casas comerciais,
naquela época, além da ajuda econômica, também colaborou com a cultura, pois traziam novidades
dos quatro cantos do Mundo.
Logo depois de 1902, a facilidade também de viajar até Salgado de Charrete
ou Cavalo, ou mesmo de carro, e de lá tomar o Trem para a cidade do Salvador ou então ir até ao Porto do Mato ou Praia do
Crasto e de Canoa pegar um Vapor para Salvador , Rio de Janeiro ou Recife, e de lá para a Europa, não era para
todo mundo.
A procura da cultura em outras terras, sempre foi privilegia de poucos, tive um tio por exemplo, que estudava medicina na França, e em uma de suas viagens a Estância,
de férias não teve sorte e veio a falecer.
E assim eram alguns rapazes e moças que procuravam melhores
escolas, sim, pois saber declamar, improvisar uma poesia ou mesmo ser conhecedor de uma vasta cultura enciclopédica,
era muito bem visto e consultado por todos. E alguns mesmo sem ter títulos, eram chamados de Doutor.
As
Conferências Reunir
em mesa personalidades intelectuais era comum na época, aliás de simples papo,
em grandes festas, surgia a idéia de tornar público certos assuntos, e o local
mais indicado era senão um Teatro. A
Poesia A
inspiração muitas vezes falhava e os aventureiros cognominados poetas,
se perdiam em suas rimas dando um vexame daqueles. Fatos engraçados
aconteciam quando alguém sem nenhum talento tentava aparecer O
Teatro Da
tragédia ao riso, era muito mais comum na época transformar um texto (script)
em uma peça teatral. O Grupo Escolar Gumercindo Bessa já serviu de palco
para exibir peças teatrais. Também nos antigos cinemas era comum vez ou outra
a exibição de uma peça. O Colégio das Freiras como é conhecido, Colégio
Sagrado Coração de Jesus situado à Rua Gumercindo Bessa, era comum a
exibição de peças, o Centro Educativo Gonçalo Prado também. Alguns
Artistas Frederico
Camelier Dionísio
Natureza Dionísio Diretores Joana
Oliveira da Cruz - minha mãe
Em 1948 dirigiu uma peça no Centro Educativo Gonçalo Prado
durante os Cinqüenta anos de casamento de seus pais, meus
avós.
- Centro Educativo Gonçalo Prado
- Palco do Colégio Sagrado Coração de Jesus -
A Música
Primeiro veio o som, de um choro ao nascer um bebê, de um trovão,
de rochas rolando, do tropel de cavalos A música que sempre inspirou Davi ao cantar os Salmos, louvando
a Deus. Que encheu e encantou os quatro cantos dos salões em Viena e na Europa. Também se ouviu e curtiu
desde a época do Império à Republica Se fez presente também em alguns salões dos primeiros
fidalgos estancianos Depois se tornou popular do Lírico,
Clássico, das grandes Óperas, dos recitais das épocas,
das junções dos povos, do canto sofrido dos escravos, dos cantos da Capoeira, dos
reisados, das cheganças, do xaxado,
do forro, do Baião, do cateretês enfim a música encantou a terra em todos os seus pontos Cardiais. No
Brasil pós República tivemos o Zequinha de Abreu com sua Valsa Branca, e a mais famosa música de todos os tempos,
Tico Tico no Fubá.
Bandas de Músicas:
"Phylarmonica Recreio "
"Lira Carlos Gomes" ( Única existente )
Banda de Música da Fábrica de Tecidos Santa Cruz
Banda de Música da Fábrica Senhor do Bonfim
Filarmônica Lira Carlos Gomes em 2002
 Foto
capturada por nosso colaborador Cláudio Araújo
Conjuntos Musicais
Conjunto Musical de Fernando Silva
Final da década de 50 inicio dos anos 60.
(Violãocelo, um Trompete, Saxofone, uma Bateria, Maracás, marimbas,
seu repertório na época era maravilhoso, Bolero, Mambo,Mambo Jambo, Rumba, Tango, depois vinham
as Baladas, Sambas a Bossa Nova que surgia na época)Meu primo José
"oré" filho de Tio Antonio tocou maracás neste conjunto.
Os Cometas - tendo a frente Gumercindo
Unidos em Ritmos - Gerenciado por Pimentel
Os Alucinados - Fazia parte tocando Contra Baixo eletrônico.
Canhoto e seu Conjunto -
Conjuntos de Musica Popular
Ezequiel e seu Conjunto
Conjuntos de Musicas da terra Nordestina
Badinho e seu conjunto
Trio sertanejo
Zé Taquari e seu conjunto
Músicos
Luizinho e seu Sax
Ezequiel
Badinho
Os irmãos, José Lino
Tonho da Vila
Jornais:
O Rabudo
O Sereno
A Razão
A Estância
Folha Trabalhista
O Sim Sim
Gazeta de Estância
Nosso Jornal
O Caminho
Tribuna Cultural
Eventos Culturais
I Festival Estanciano da Canção
Local: Quadra da Escola Técnica de Comercio da Estância Anos
70
Cantores:
Nailton Teixeira e Marlene Teixeira
Rogério Cardoso
Denilza Miranda
Gerusa Nascimento
Maria Cecília
Compositores e letristas que se destacaram
Antonio Teixeira
José Raimundo de Jesus Andrade
Francisca do Santos Assumpção ( Francisquinha)
(Título não me recordo, mas a autora e um fragmento da
letra sim )
Autora: Francisca do Santos Assumpção ( Francisquinha)
De que vale o Homem conquistar a Lua
Na terra regiões desconhecidas
E nós também aqui na Terra a Guerra
A ceifar milhões de Vida
Vamos abrir o Evangelho e seguir o que ele diz
Trate o próximo com amor para o Mundo ser Feliz.
Devido a quantidade de participantes, houve eliminatórias e
a final foi muito bem concorrida. Organizadores
Vanderlei Silva e Antonio Teixeira, pai de Nailton Teixeira que também
participou.
Festival da Música Popular Nordestina
Local: Centro Educativo Gonçalo Prado (antigo cinema de lá
de baixo) Há 36 anos surgiu no cenário da música nordestina,
o primeiro festival de música popular nordestina, também idealizada pelo então,
Engo.: Jorge do Prado Leite. Idéia esta que contagiou centenas não mas milhares
de apaixonados pela música sertaneja e nordestina, reunir cantadores, violeiros,
repentistas, sanfoneiros, conjuntos, cantores era na realidade mais um grande desafio,
sim desafio que soube enfrentar com sucessos anos após anos, e mesmo
quando não recebia apoio do Governo ou de outras autarquias, nunca deixou ser
realizado o Festival.
Vinha gente de todo interland Sergipano e de cidades de outros estados.
Os 1250 Khz, não era fronteira restrita para alcançar horizontes distantes. Do
estado da Bahia, vinha gente de Barracão, de Cachoeira de São
Felix, de Entre Rios, de Alagoas, Penedo, Atalaia e Arapiraca de Pernambuco Petrolina sem falar dos participantes
do nosso estado. A penetração que tinha a Rádio Esperança tinha naquela época, mesmo
com 1 Kilowats de potência era disputado sua vaga no Dial de cada rádio que a sintonizava.
Todos os anos levando através da Rádio Esperança o som
alegre do povo trabalhador que ao se aproximar o festival, deixa de lado seu trabalho
e com sua família, comparecem a Rádio Esperança
de Pau de Arara, Kombis, Caminhonetes, enfim de todo o tipo de transporte para mostrar
seus dotes artísticos. Povo simples e fiel aos nossos costumes
a nossa terra nossa gente. Nesta foto o autor, Francisco de Assis, e Senhor
Edgar Barreto que na época era Diretor Artístico da Rádio
Esperança de Estância.
Jornalistas: Monsenhor
Silveira
Augusto Gomes Raymundo
Silveira Souza
João Nascimento
Nhô Galo
Carlos Tadeu - Daniel
Cláudio Dortas - Poeta
Dorival Costa (Bel em Direito )
João Izídio José
de Sena
Radialistas:
Gilvan Santos (Rádio Esperança de Estância e Rádio
Cultura de Sergipe)
Dotado de uma excelente voz. No momento não executa nenhum trabalho.
José Sivaldo Santana (Rádio Esperança) - Fundador
da melhor Empresa de Som do sul do Estado
José Hora
João Muniz (Rádio Esperança) Locutor Comercial
e Esportista. Merece nosso respeito.
Maria José (Rádio Esperança) Primeira apresentadora
do Programa Sulgipe em Foco
Lígia Cecília (Rádio Esperança)
Mágno Alves
Beto Gomes
Francisco de Assis Oliveira da Cruz
(autor deste portal) Foi Locutor Comercial, Editor de
Rádio Jornalismo Se quiser saber mais CLIQUE acima Colunista, e Repórter. (Até
1973 Sergipe não tinha curso de Jornalismo). Além de Animador de Programas de Auditórios.
atuou como apresentador de programas de auditórios.
Rádio Esperança de Estância Rádio Cultura
de Sergipe
Rádio Liberdade de Sergipe Rádio Jornal de Sergipe
TV Sergipe Canal 4
Jornais:
Tribuna de Aracaju -
Jornal A Tesoura .
Colunista e representante para a cidade de Estância
Rádio Cultura de Sergipe
no programa do Reinaldo Moura
Rádio Liberdade de Sergipe - Março/1976
Entrevistou: o cantor José Augusto
Escritora e atriz Bruna Lombardi
Ator Lima Duarte, durante as gravações do filme Sargento Getúlio.
Programa Liberdade Brasil, Boa Tarde Ibope 10 Patrulha
da Cidade com Francisco de Assis, Lili João Batista e Nelson Souza
Locutores :
Gladston Oliveira
Silveira
Francisquinho do XPTO
Benjamim (Cine São João)
José Sivaldo Santana Silva
José Hora
Gilvan filho do Sr. Benjamim.
Moacir (Moscow)
João Muniz Maria Antonia
Beto
Mágno de Jesus
Maria José
Lígia Cecília Francisco
de Assis Oliveira da Cruz - Autor deste portal.
Di Santini
Escritores:
Raimundo Silveira Souza Livro:
José Carlos Ferreira Livro: Francisca
do Santos Assunção Livro:
Poetas:
Cláudio Dortas.
Livros:
Cláudio Dortas, é neto do ex Deputado Cândido Dortas,
que foi uma figura importante na vida de Estância e do estado de Sergipe, tendo como pai o
Cândido Dortas Filho, Advogado grande amigo, o Cláudio é um dos poucos estancianos
de coração que dedica-se a cultura através de versos livres em suas singelas poesias,
que traz diversas mensagens.
No mês de Maio de 2001, Cláudio lançou
seu novo livro, editado e impresso
também em Estância, não se trata de um trabalho
luxuoso, é mais uma brochura, mas o Cláudio espera sensibilizar algum editor, para levar sua mensagem
para todo o Brasil, porque por enquanto seus livros somente são encontrados em Estância
Sergipe. Parabenizamos o Cláudio por mais uma conquista.
Pintores :
José de Dome - (Expôs em toda Europa residia em Paris) nascido
em 1921
viveu e pintou Cabo Frio - RJ onde hoje existe uma casa de cultura
com seu nome.
Laudelino Alencar
Judite Mello *
Eraldo Lima
Gilvan
Os Gêmeos
Artista Plástico:
Judite Mello *
José de Dome
Jonas Mello
Escultores:
Judite Mello * ( Expôs na Bélgica - Brasília - São
Paulo)
Esta
peça da artista Judite Mello encontra-se em exposição no Casa da Cultura de
Estância. Peço desculpas aos estancianos sobre a foto de D. Judite vou
conseguir uma mais nítida. Rapidinha, Dona Judite, é irmã do antigo ajudante
de missa da "matriz de N.S. de Guadalupe o Jacó. Jacó consertava algumas imagens
da Catedral e pintava. Houve um ano porém que minha mãe D. Joana Oliveira da
Cruz, Dona Nita, se ofereceu para restaurar os quadros da Via Sacra e
Padre Santiago liberou, neste meio tempo as imagens da igreja eram restauradas
totalmente por Dona Judite, quando não havia mais um braço ela
confeccionava o Sr. Edgar marido da mesma adquiriu as ferramentas para a mesma e
fazia de gesso, depois ia buscar uma argila especial em Maruim e lembro-me muito
bem, eu foi testemunha do começo de suas obras.
Jonas Mello seu filho também se destaca como escultor.
Personalidades:
Luiz Mota ( Personalidade forte, literário e bom matemático)
Raimundo Souza Dantas (Embaixador - Gana e Argentina Raymundo
Silveira Souza
Professora Eleonora Pereira
Professor Fernando (Tesourinha)
Mário Pires
Francisca dos Santos Assunção
João Nascimento
Francisco Pires (Chiquito Pires)
Maurício Graccho Cardoso
Brício Cardoso
Gumercindo Bessa
Gilberto Amado
Médicos & Dentistas:
Dr. Jessé Fontes
Dr. Pedro Soares
Dr. Paulo Lopes Amaral
Dr. Good (Dentistas)
Dr. Demóstenes
Dr. Clovis
Dr.Roberto
Bahia Fontes
Dr: Laurentino Jardim Vitor Modesto
Professores famosos:
Marocas Monteiro
Azarias
José Pedro
Clemilda Freire
Zulmira
Elza Freire Amado
Jandira Freire Amado Jamil
Jasmim Margareth (Filha de Dedé Sombrinha)
Joaquina de Souza - Educandário Tiradentes
Eleonora (Matemática)
Padre Alfeu Leonete Magalhães
Professor Virgílio Professor
Sindulfo José Dias Francisca
dos Santos Assumpção - Inédito (Ensinava na mesma série em que estudava no
Ginásio Graccho Cardoso) (Faleceu em Maio de 2003)
Novos POINT Cultural de Estância
Casa da Cultura
Atualmente o novo Point Cultural de Estância, é a antiga
sede do extinto Clube o CRUZEIRO, chama-se Casa da Cultura, ou então podemos chamá-lo de Palácio de Vidro,
onde acontece Vernissagens, Lançamentos de livros, encontros culturais, exposição de trabalhos artesanais
e vários outros eventos.
Memorial de Estância
Antiga residência da família Nabuco D`Ávila, onde temos os amigos
Eduardo e Pascoal Nabuco, hoje abriga o memorial da Cidade Estância, por sinal um marco vivo da fundação
até dias hodiernos, onde lá estão armazenados os mais importantes documentos sobre Estância além de um grande
acervo de seus filhos.
* Moças - palavra usada pelos colonizadores português - Detalhes
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